26/09/2026 11:34

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante, em Sobradinho, suspeito de adulterar cervejas de marcas de meno…

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante, em Sobradinho, suspeito de adulterar cervejas de marcas de menor valor e revendê-las com rótulos e tampas de prod…

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante, em Sobradinho, suspeito de adulterar cervejas de marcas de meno…

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante, em Sobradinho, suspeito de adulterar cervejas de marcas de menor valor e revendê-las com rótulos e tampas de produtos mais caros. Segundo a Polícia Civil, milhares de engradados foram apreendidos em uma distribuidora do Setor de Expansão Econômica, além de dois caminhões usados no transporte das bebidas. A investigação começou após a polícia receber uma denúncia de que o estabelecimento estaria comercializando bebidas adulteradas. Durante o monitoramento, os investigadores identificaram indícios de que cervejas da marca Belco eram modificadas clandestinamente para serem vendidas como produtos de marcas como Amstel, Brahma, Antarctica, Skol, Original e Heineken. O proprietário da distribuidora foi abordado durante a noite, enquanto se preparava para realizar uma entrega. Dentro do caminhão, os policiais encontraram caixas de cerveja Belco, além de uma grande quantidade de tampas e rótulos de marcas de maior valor comercial. Na sequência, as equipes retornaram ao galpão da empresa e encontraram uma grande quantidade de bebidas que já havia passado pelo processo de adulteração. Conforme a investigação, as tampas e os rótulos originais eram substituídos para fazer com que as cervejas fossem comercializadas como se fossem de marcas mais caras. De acordo com a Polícia Civil, parte dos produtos era destinada a pessoas jurídicas no Distrito Federal e a possíveis revendedores. Agora, os investigadores tentam identificar quem comprava e revendia as bebidas e verificar se essas pessoas tinham conhecimento da fraude. O homem foi autuado pelo crime de adulteração de produtos alimentícios, previsto no artigo 272 do Código Penal, e encaminhado à carceragem da DCCP, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam. A operação foi realizada em conjunto, com policiais da 35ª Delegacia e 13º Batalhão.

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